Abril foi um mês um pouquinho meh, sem muitas aventuras fora de casa por conta da exaustão que pareceu me consumir. Não sei se é mental ou se estou com ferro baixo de novo, haha. De toda forma, apesar de tudo, claro que tiveram coisas boas e, como sempre, este post ajuda a lembrar disso!

Enfim, vamos direto ao ponto, sem mais enrolação!
Leituras
Minha média de livros foi um pouco menor do que costuma ser, mas é aquela coisa, li menos, mas li bem! A maioria dos livros se tornaram favoritos e foram muito bons!

Em março decidi me inscrever para resenhar alguns ARCs e sinceramente achei que não iria ser aceita para nenhum, afinal, todos eram em inglês e, além do meu perfil do Instagram ter poucos seguidores, também publicava apenas em português (e ainda insisto em blog, haha). Mas acontece que fui aceita em quase todas as parcerias (acho que posso chamar assim) e a maioria dos livros seriam lançados em abril/maio. Resultado? Tive que me virar nos 30 pra conseguir dar conta, especialmente em abril, haha.
Além de ter dado conta, todos os livros que li mês passado foram muito bons! Juro, fiquei muito feliz com isso e por ter dado tempo de tudo.

Mas, vamos aos livros!

Fazia um tempo que eu não lia algo sobre true crime, no caso, esse foi um audiobook que comecei em março e terminei nos primeiros dias de abril. Ele não é exatamente true crime puro, pois é um memoir, de uma CSI (então, alguns casos dela envolvem outros tipos de acontecimentos, como acidentes, por exemplo). A Dana era uma civil (ou seja, não era policial) formada em arqueologia e totalmente viciada na morte que foi parar trabalhando como CSI. A leitura é bem diferente e juro que me peguei rindo em vários momentos, como o acontecimento que deu título ao livro, porque sim, existe um motivo para o título dele ser “nunca coloque a mão de um cadáver na boca”.

A Tate James fez de novo, tem outro livro dela na minha lista de favoritos, haha… juro, ela é uma das minhas autoras favoritas, que é só anunciar um livro novo que eu vou querer ler. No caso do No Fear, primeiro livro da série ClickByte não foi diferente. Havia lido a novella que ela lançou para apresentar esse novo universo e já estava na minha lista de lançamentos mais aguardados deste ano, simplesmente porque é um reverse harem com uma pegada de suspense com foco em uma rede social tipo TikTok, vários desafios e com o toque de secret girl, não quero entrar muito em detalhe porque o divertido dessa série é ir descobrindo enquanto a gente lê, mas entrou na lista de favoritos e quero o próximo livro pra ontem (ainda bem que agora em maio, no dia que este post vai para o ar, dia sete, é lançamento do segundo livro da duologia Bluebell, junto com a Jaymin Eve — a Flavia do futuro provavelmente já vai estar lendo ele).

The Ending Writes Itself (ou o Fim Chega Para Todos, em português) foi escrito a quatro mãos pela V.E. Schwab (minha autora favorita, caso ainda não saiba haha) e Cat Clarke. Um suspense que total bebeu da fonte da rainha do gênero Agatha Christie, o livro ainda é uma crítica ao mercado literário que olha, foi intensa (mesmo sendo ao mercado gringo, ainda assim dá para achar algumas coisas em comum com o Brasil). Acho que o maior defeito do livro é que, se a pessoa não tiver conhecimento sobre essas críticas, talvez não consiga aproveitar tanto a leitura assim, porque é pano de fundo para o plot.

O The Devil of Arden foi, de longe meu favorito de todos de abril, haha. Juro, estou completamente apaixonada por essa história e personagens! Não vou me estender tanto como nos outros, pois tem resenha dele aqui no blog (é o post anterior a este, mas você pode ler clicando aqui), mas só adianto que eu não vou me surpreender se, no futuro ele não aparecer na lista de best-sellers ou popular no TikTok.

Outro livro que tem resenha também e, por isso, não vou me estender muito, mas assim, ele é uma carta de amor aos filmes de terror, especialmente os slasher. Amo um dark romcom e o Good for Her entregou tudo que prometia — só achei que o final ficou um pouquinho corrido e acabou decepcionando um pouco. Você pode saber tudo que achei com detalhes clicando aqui.
Aleatoriedades
Como disse, em abril não saí muito de casa, mas tiveram sim algumas coisinhas boas que trouxeram leveza para o meu mês. Uma delas foi o aniversário do meu pai, que decidiu fazer uma microfesta com a presença da minha tia e primas e claro, meu irmão, cunhada e sobrinhas. Tirei apenas uma foto, na hora do parabéns, porque foi um daqueles momentos que a gente está ocupada demais vivendo ao invés de tirando foto (mas acho que, como diria Bad Bunny, debí tirar más fotos, não viver por elas, mas para registrar mais momentos assim, haha).

Comidas, comprinhas e afins

Pensa em uma pessoa que viciou no Strate Frappuccino da Starbucks? Ele é feito de matcha com uma espuma de morango que tem gosto de danoninho que simplesmente me apaixonei. O barista quando fui comprar também me indicou adicionar chocolate branco e olha… ficou tão bom!

Em abril fui dar um passeio na Liberdade, na Kawai, uma loja que vende produtos coreanos porque simplesmente fui influenciada pelo blush que funciona como corretivo para olheira e precisa ver pessoalmente, haha. E não é que o bichinho é bom mesmo? Também aproveitei e levei uma base/bb cream daquelas que dizem se adaptar ao tom de pele. Olha, não sei como seria para quem tem pele mais escura (já que sou tão pálida que tenho dificuldade de encontrar meu tom), mas para mim funcionou super bem e achei que o acabamento dela confortável e natural, daquele jeitinho que parece que está com nada no rosto, sabe? Fora que ela dura o dia todo! Apaixonada.

Esse foi um presente! Sou apaixonada pelo Savannah Bananas, um time de baseball de entretenimento, ou seja não é o esporte em sim, mas sim voltado para o entretenimento, então ele é repleto de dancinhas e super divertido! Eles jogam o chamado banana ball, que é uma versão do baseball que dura duas horas, com regras diferentes e claro, com todas as dancinhas, lip sync. Meu sonho é assistir um dia um jogo deles, mas enquanto não dá, tenho minha camiseta do time e assisto aos vídeos no Youtube.

Aui alguns vídeos para quem quiser conhecer:
Apesar de ter abandonados meus estudos de tarot, sou uma jovem mística (para o desespero de alguns), haha e foi assim que o algoritmo me entrou a loja Aura Esotérica, que vende bonecos articulados de elementais que são a coisa mais fofa. Acabei me apaixonando e agora tenho essa fofura cuidando do meu quarto.

Por fim, depois de mais de ano praticamente desesperada em busca do perfume da Miu Miu, ele finalmente foi reelaborado e passou a ser vendido na Sephora. O lado ruim é que a versão anterior, que me apaixonei, era melhor do que atual, mas ainda assim, é tão bom! Também acabei investindo em novos headphones (obrigada por parcelar em 12x) da Apple… o motivo? Foi o melhor cancelamento de ruído que tive contato até o momento e é o que me salva quando estou com hipersensibilidade sensorial. Fora que essa cor laranja é um charme só, o mais legal é que o fone em si parece quase um rose, lindo lindo.

Séries, filmes e derivados
Meu hiperfoco em Heated Rivalry continua firme e forte, muito obrigada e, por conta dele, mais minha escolha em ler em vez de assistir coisas, não há muito o que falar neste aspecto. Mas, como sempre, acabei dando uma pausa para conteúdos de true crime.
Um deles foi o documentário da Netflix, A Tragédia de Moriah Wilson, um crime que aconteceu em 2022 que foi um tanto surreal por conta das atitudes da pessoa responsável ao tentar fugir. Eu já conhecia a história porque havia ouvido no Café Crime e Chocolate em 2024 (alguns dos melhores episódios do podcast — 235, 236 e 237, se quiser ouvir), mas revendo depois de quase dois anos voltei a ficar chocada com as atitudes. O documentário é interessante porque não foca apenas no crime ou na assassina, mas sim em quem a Moriah era e essa delicadeza foi algo que deu um quê a mais nele.
Também acabei entrando em contato com um documentário da BBC no Youtube (como tem 1h e pouquinho, coloquei ele nesta lista ao invés de vídeos) muito bom, mas que demorei dias para conseguir terminar de tão pesado, o Infiltrados na dark web.
O tema por si só já é bem intenso, afinal ele acompanha uma mega tarefa internacional para encontrar e prender criminosos que abusam de crianças e dividem os vídeos online. Por ser da BBC, o assunto é tratado com muito respeito e tem foco nos policiais de diversas partes do mundo contando como o trabalho deles funciona, bem como afetou a vida pessoal deles. Difícil de não se emocionar e ficar extremamente grata na atuação dessa pessoas, pois elas precisam lidar com o pior do ser-humano e ter contato com coisas terríveis para conseguir salvar as crianças das mãos desses monstros. Foi um favorito, eu recomendo demais, mas também deixo meu aviso: tem que ter estômago pra assistir, não é fácil.
Música
Agora vamos para algo mais leve. Este mês quem eu ouvi sem parar foi a Laufey. Já havia conhecido a cantora há alguns anos por indicação de uma amiga, mas confesso que na época não dei tanta bola assim e simplesmente segui a vida e esqueci de procurar novidades, até que, por culpa do meu hiperfoco em HR, ouvi Madwoman por conta da participação do Hudson Williams no clipe… daí foi só ladeira abaixo porque fui ouvir a versão deluxe do A Matter of Time, que foi lançado mês passado também, e simplesmente viciei.
Aqui estão as minhas favoritas:
Também estava no meu repeat a nova música da Olivia Rodrigo
Um mês bem garouta nas músicas
YouTube
Amo fofocas de Hollywood, haha. Entre leituras e true crime, eu relaxo assistindo fofocas de um lugar onde tudo parece irreal! E foi nas indicações de vídeos que assisto que conheci o Fefoverso. Amo o jeitinho do Fefo contar as histórias e as pesquisas dele e sempre assisto quando sai um novo e já acompanho o canal há algum tempo, mas preciso dizer que abril foi um mês com fofocas boas, haha.
Também preciso indicar o vídeo do do canal do meu podcast favorito, que falo todo santo mês aqui, haha, o Pátria Amada Criminal! Como o canal também tem conteúdo especial só dele, preciso falar sobre o vídeo de um assunto que me prendeu e revoltou durante o mês passado. Como sempre, o roteiro do vídeo é sensacional, a Nat simplesmente arrasou nele e explicou tudo que muitos meios de comunicação não conseguiram.
Podcasts
Esses foram os meus episódios favoritos da (longa) lista de podcasts que acompanham, haha.
E esses foram meus favoritos de abril ❤ Espero que tenha sido um bom mês para vocês, com muitos favoritos!

